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A Vida da Gorduchita

A Vida da Gorduchita

31
Jan18

Coisas que me fascinam na minha filha

   * As suas longas pestanas

É o que chama a atenção de toda a gente que a conhece ou que cruza com ela. Tem umas longas, volumosas e enroladas pestanas, que dão um toque especial ao seu olhar.

O comentário comum é "nem precisa de rímel"! Eu costumo responder "imagine com rímel"! :)

 

   * A sua expressividade

Desde cedo que é super expressiva, tanto na linguagem verbal como na não verbal. Expressões corporais, expressões do rosto, do olhar. A forma como formula as frases, a entoação que lhes dá... É talhada para o teatro, a minha pequenina.

 

   * A sua meiguice

Dá beijinhos e abraços, só porque sim. Diz que eu sou "tão fofinha"! A forma como se enrola no nosso colo, apoiando a sua cabeça no nosso ombro. 

Quando está assim disposta, é um extremo de meiguice.

 

   * A sua conversa

A prematuridade não se manifestou apenas no nascimento, mas também na fala. Começou a falar muito cedo (costumo dizer, sem mentir, que começou a falar ainda antes de andar) e desde logo muito direitinho, com excelente dicção. Nunca falou "à bebé", com palavras só suas. E absorve novas palavras com uma facilidade extraordinária, aplicando-as corretamente. 

A sua capacidade de argumentação e de resposta evolui a uma velocidade extraordinária, que me deixa pasmada, até a mim, que estou com ela todos os dias.

 

30
Jan18

Livros infantis | Novas aquisições

Na nossa ida ao shopping, no fim de semana, demos um saltinho a essa loja demoníaca chamada FNAC, e viemos de lá carregadas com mais 3 livros para a coleção da S. - 2 comprados por mim, com um cartão oferta que há meses andava a passear na minha carteira e o outro pelos meus pais, que foram connosco.

 

O Lobo que aprendeu a lidar com os seus sentimentos

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Este foi escolha minha. Sou apaixonada pelos livros d'O Lobo, e este, falando de sentimentos, apelou-me e acho-o muito interessante e pedagógico. A S. fica muito calma e atenta a ouvir-me lê-lo e, no fim, quer sempre saber o que representam cada uma das expressões faciais do Lobo.

 

O grande livro de fábulas para adormecer

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Com lindas ilustrações, o livro contém 8 histórias maravilhosas para ler na hora da cama (ou qualquer outra, se assim se achar por bem).

A S. adora que este tipo de livros, com muitas histórias, para poder escolher, de entre os títulos, qual a que quer que se lhe leia! :)

 

Até as princesas fazem cocó

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 A luta da S. com o pote, para fazer cocó, tem sido complicada. Chega a passar uma semana inteira sem esvaziar os intestinos. Já fomos a uma gastroentrologista pediátrica e ela está a ser medicada, mas a obstipação é difícil de combater.

Achamos que talvez este livro ajudasse. Pelo menos, não atrapalha e até é engraçado. 

 

29
Jan18

Livros 2018 | A minha história com Bob

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Depois da dificuldade sentida a ler 1919, e de ter desistido do livro, achei que devia procurar na estante algo que não fosse demasiado grande e de fácil leitura. Depois de ter lido o post da Alexandra, fiquei com alguma curiosidade em relação à história de Bob e James, e tendo o livro em minha posse há já uns tempos, achei que era altura de lhe dar uma oportunidade.

Não me arrependi.

"A minha história com Bob" é um livro de escrita simples, direta, em género de relato, sem floreados, e conta a volta que a vida de James deu depois de se cruzar com Bob (o gato) no interior do prédio onde vivia. Ao assumir a responsabilidade por cuidar do bichano, James começou a assumir responsabilidade pela sua própria vida, saindo de uma fase de mera sobrevivência e recuperação de toxicodependência. 

É uma história bonita, que mostra como a ligação com os animais pode, de facto, mudar a vida de um humano. Recomendo.

29
Jan18

Dos planos do fim de semana...

Tinha planos / desejos (quase) megalómanos para o fim de semana. Eis os resultados:

 

    * Fazer algo divertido fora de casa com a minha pequenina - Este era prioritário e foi cumprido. Ao fim da manhã de sábado, peguei nela e fomos ao Reino da Diversão, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Pensava que teria mais coisas, mas encheram o pavilhão de carrósseis e a S. andou toda feliz a experimentar todos os que davam para a sua idade. Depois fomos almoçar ao shopping (algo que ela adora) e andou também por lá toda contente! 

    * Ler umas 100 -150 páginas do livro que comecei no início do mês - Na noite de sexta, peguei no livro e li mais umas 30 ou 40 páginas. E cheguei à conclusão, depois de livro e meio, que a Trilogia U.S.A. não é para mim. Reconheço que possa ser uma obra extraordinária, mas não consigo empatizar com a forma de escrita e, como tal, desisti. Não pretendo fazer mais esforço para aqueles livros. Até já os coloquei à venda no OLX.

Em compensação, peguei num livro da estante, incentivada por este post da Alexandra, e li-o de fio a pavio entre sábado e domingo. Posso dar o objetivo de leitura como cumprido, neste fim de semana.

    * Organizar / destralhar o armário das tupperwares;

    * Arrumar o balcão da cozinha;

    * Arranjar as unhas - na manhã de domingo, lá tirei uns minutinhos e tratei de limar e pintar as unhas, com um belo  vermelho vivo! Cumprido!

    * Abater o monte de roupa que está para passar a ferro - Este também fazia parte dos prioritários. Gastei seguramente umas 4h do fim de semana em frente ao ferro, para além de aí 1 hora a dobrar e arrumar roupa, mas, à exceção de um conjunto de lençóis e a roupa que ficou no estendal, ficou tudo passado, dobrado e arrumado. Cumprido!

    * Descansar / dormir - não tanto como gostaria, mas pelo menos dormi uma noite completa, sem interrupções, e sem ser acordada demasiado cedo, porque deixei a S. em casa dos meus pais, de sábado para domingo. Acho que posso dar este também como cumprido.

    * Rever / reestruturar o meu CV;

    * Fazer uma caminhada vigorosa - domingo de manhã, equipei-me, peguei nos fones e fui caminhar quase 1h. Soube-me maravilhosamente bem. Cumprido!

    * Organizar a minha agenda (que chegou finalmente esta semana);

    * Libertar os móveis da sala de jantar da papelada que anda em cima deles.

 

Além disto, ainda deu para pôr a máquina da roupa a lavar 4 vezes (e estender roupa 4 vezes), ir com a S. a um parque infantil, almoçar em casa dos meus pais, estar um pouquinho com a (ex)ama da S. (e ver os olhos de ambas brilhar quando se encontram) e lanchar em casa dos sogros.

 

Foi um bom fim de semana (apesar de estarmos apenas as duas, que o pai foi acampar com os escuteiros).

26
Jan18

Desafio 52 semanas | Semana 4

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As minhas citações preferidas: 

 (nada de coisas profundas, só mesmo duas idiotas que me ficaram na memória)

 

"It's OK to eat fish 'cause they don't have any feelings", Something in the way, Nirvana

"It's my scientific specie-ality", Engywook em História Interminável

 

Neste TAG participam para além de mim, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Carlota, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Happy, a Hipster Chic, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Maria Mocha, a Marquesa de Marvila, a Mimi, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia  e o Triptofano 

(nomes ordenados alfabeticamente)

Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano também podem espreitar pelo tag  52 semanas

26
Jan18

Planos utópicos para este fim de semana

Na minha cabeça, é isto que quero fazer (sem ordem específica) no fim de semana que se inicia às 18h de hoje:

    * Fazer algo divertido fora de casa com a minha pequenina;

    * Ler umas 100 -150 páginas do livro que comecei no início do mês;

    * Organizar / destralhar o armário das tupperwares;

    * Arrumar o balcão da cozinha;

    * Arranjar as unhas;

    * Abater o monte de roupa que está para passar a ferro;

    * Descansar / dormir;

    * Rever / reestruturar o meu CV;

    * Fazer uma caminhada vigorosa;

    * Organizar a minha agenda (que chegou finalmente esta semana);

    * Libertar os móveis da sala de jantar da papelada que anda em cima deles.

 

A probabilidade de conseguir fazer tudo isto é quase nula. Mas a negrito estão as minhas prioridades. E, pelo menos essas, terão de ser cumpridas.

 

24
Jan18

“A Injustiça do Silêncio”...

Há textos que gostava de ter sido eu a escrever.

Este, escrito pela minha irmã, é um deles.

Partilho-o convosco! Porque está bem escrito e porque é de extrema importância que as maiorias silenciosas se comecem a manifestar e a agir.

 

"Aproxima-se o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto

27 de janeiro foi a data escolhida, em 2005, pela  Assembleia Geral das Nações Unidas, como dia internacional da lembrança das vítimas do Holocausto: o genocídio cometido pelos nazis e seus simpatizantes, que ceifou a vida de milhões de pessoas, maioritariamente judeus, durante a II Guerra Mundial. Foi a 27 de janeiro de 1945, que as tropas soviéticas libertaram os prisioneiros do maior campo de extermínio nazi, Auschwitz-Birkenau. 

Só nesse campo pensa-se que terão morrido cerca de 1 milhão de pessoas, na sua maioria judeus. Este número oficial não é, no entanto, consensual. O número exacto de mortos em Auschwitz é impossível de ser determinado. Como os nazis destruíram a maioria dos registos do genocídio, os esforços subsequentes para se conhecer o número total de mortos dependeram dos depoimentos de testemunhas, de sobreviventes, de acusados no Julgamento de Nuremberga, e dos arquivos alemães dos horários de chegada dos comboios ao campo e os registos das deportações. Também baseado em estimativas, pensa-se que cerca de 230 mil crianças e adolescentes foram deportados para Auschwitz durante seu funcionamento.

Qualquer um destes números impressiona e, no entanto, os nazis conseguiram manter os seus campos de extermínio em funcionamento, durante cerca de 5 anos, sem praticamente qualquer pressão interna ou internacional.

Na minha opinião, Auschwitz-Birkenau e os restantes campos de extermínio foram o culminar de uma cultura de ódio, alimentada pelo governo nazi e pela frustração e miséria que se seguiu à I Guerra Mundial. 

Será que todos os alemães sentiam esse ódio? Será que todos eram da opinião de que os judeus eram a razão de todos os males e que deviam ser de alguma forma castigados? 

Acredito que muitos não eram dessa opinião, mas tinham medo de o expressar. Da mesma forma que hoje em dia muitos de nós nos calamos e nada fazemos quando ouvimos alguém, com um discurso de ódio, a atacar, pessoalmente ou “pelas costas”, alguém que pertence a uma minoria, também naquela altura muitos alemães se devem ter salvaguardado, ficando calados. 

Também num 27 de janeiro, mas de 1965, no discurso no Dinkler Plaza Hotel, em Atlanta, Martin Luther King disse "A História terá que registar que a maior tragédia deste período de transição social não foram as palavras vitriólicas e outras acções violentas das pessoas más, mas o tremendo silêncio e indiferença das pessoas boas”(1). 

Nestes tempos em que vivemos, em que o ódio e o seu discurso são cada vez mais frequentes, mesmo ao nível institucional, todos nós devemos refletir o que é que cada um de nós pode e deve fazer para promover uma sociedade livre de bullying, discriminação e maus-tratos de pessoas com base na sua raça, género ou crenças religiosas. 

Não devemos ficar calados, não podemos ficar calados. Com calma e caridade devemos, em todas as situações, demonstrar que o ódio não é a solução.

Nunca visitei Auschwitz-Birkenau, mas é uma das viagens que tenho programada para daqui a uns anos, quando os meus filhos tiverem idade para compreender e assimilar o que ali se passou. Quero que eles percebam que aquele local foi uma das consequências do ódio e da intolerância e que tudo devemos fazer para que a História não se repita.

(1) http://www.youtube.com/watch?v=a_VxuOmxdsg "

23
Jan18

Para mais tarde recordar #46

   S. - Mãe, sabes o que quero ser quando for crescida?

   Eu - O quê, pequenina?

   S. - Quero ser veterinária de animais.

   Eu - Ai, sim?

   S. - Sim. E sabes o que também quero ser quando for crescida?

   Eu - O que é?

   S. - Médica!

   Eu - Sério?

   S. - Sim. E também quero ser enfermeira.

   Eu - E vais ter tempo de ser isso tudo?

   S. - Sim.

(um minutinho de silêncio)

   S. - E sabes o que quero ser mais quando for crescida?

   Eu - Mais coisas?

   S. - Sim, quero ser professora... E polícia!

 

Algo me diz que estiveram a falar de profissões na escolinha, ontem! 

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