Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Vida da Gorduchita

A Vida da Gorduchita

28
Jun17

...

Hoje de manhã tive uma reunião de trabalho com o meu chefe. Nada de especial, apenas analisar um assunto que tenho em mãos e tomar umas decisões. Não posso dizer que correu mal mas... sabem o que fiz quando saí do gabinete dele? Fui jogar no Euromilhões.

Só para perceberem o nível de motivação que anda por estes lados!

(já a seguir vou espreitar sites de emprego...)

28
Jun17

Para mais tarde recordar #31

Saímos os 3, após o jantar, para regar o pequeno jardim em frente a casa.

Quando estamos no exterior, começa a "morrinhar"... algo mesmo muito leve.

   Pai: Já não vamos regar, que está a chover.

   S. (que adora regar com o pai): Mas a relva precisa de muita água, por isso temos de regar!

   Pai: Não, pequenina, está a chover, a relva já vai ter água.

   S., olhando e apontando para o céu: Olha, 'tás a ver?! A chuva foi embora e já não volta mais!

 

Não lhe faltam argumentos!

27
Jun17

Crónicas de uma dona de casa (quase) desesperada #12

Já há uns tempos que, de cada vez que tinha de escolher uma roupa para a S. (nos dias da semana não sou eu quem a veste), e abria o seu armário, me dava vontade de tirar tudo para fora e fazer uma limpeza e arrumação àquilo.

Ontem decidi que era o dia.

Ainda tentei fazê-lo na sua companhia, mas ela primeiro só queria brincar na cama e depois, gosta é de passear as camisolas de um lado para o outro. Não deu!

 

Antes de a levar para a cama, fui às suas gavetas e tirei tudo para a cama do quarto de hóspedes.

Depois de ela adormecer, sentei-me lá e pus-me a analisar as peças e a separá-las por tipos.

Fiquei com 2 sacos grandinhos cheios de roupa para despachar, e a roupa organizada por tipo e por estação (apesar de ainda ter, hoje, de enfiar tudo novamente nas gavetas).

Assim, também já fiquei com uma ideia melhor do que temos, para poder decidir os investimentos a fazer nesta época de saldos! 

27
Jun17

Crónicas de uma dona de casa (quase) desesperada #11 (agora com foto)

A cama da S. está encostada à parede. E é encostada à parede que a S. gosta de dormir.

Desde o início que aquilo que me faz um pouco de confusão. É frio, duro... E ela já lá bateu com a cabecita umas duas ou três vezes, quando se lança com um pouco mais de força para o seu cantito.

Andava há largos tempos a magicar uma solução para ali, e ocorreu-me fazer algo tipo uma cabeceira almofadada para colocar naquela lateral da cama. Partilhei com o marido a minha ideia, ele achou bem (principalmente, porque eu disse que seria eu a fazer e não lhe ia pedir que o fizesse).

Andei pelo youtube a ver como haveria de fazer aquilo.

Comprei uma tábua de madeira (ou um derivado qualquer), esponja e um tecido (no caso, uma napa branca, que fica bem e é fácil de limpar). Pedi emprestado um agrafador de pressão e, este fim de semana, pus-me ao trabalho.

Não ficou perfeito (devia ter esticado um pouco mais a napa) mas como a ideia é de proteção, e não decoração, acho que cumpre muito bem.

Fiquei muito satisfeita comigo mesma!

E com cerca de 30€ e 1 hora de trabalho, resolvi o assunto! 

IMG_0237.JPG

 Não se percebe muito bem, porque é tudo branco mas dá para ver que há ali algo diferente (e com tecido mal esticado, ehehe).

Aproveitei que a cachopa se pôs em posição, e já vêm como ela gosta de dormir! :D

 

 

 

27
Jun17

Histórias da minha vida #5

Num dia de verão, há muitos muitos anos atrás, era eu miúda, estava eu toda contente no mar a tomar uma bela banhoca, quando olho para a minha mãe no areal e me parece que ela me acenou.

Pergunto (aos berros, que ela ainda estava longe): Que foi?

Ela (berrando também): Nada! 

Eu: QUÊ?

Ela (agitando os braços): Nada!

Eu: Nado?

Ela (continuando a agitar os braços, parecendo o movimento de bruços): NADA!

 

E eu, nadei, bruços, claro!

Quando regresso à toalha, perguntei-lhe: Por que querias que nadasse?

Ela, rindo-se: Eu não queria nada. Tu é que começaste a fazer perguntas e eu respondi: nada (de "coisa nenhuma")!

 

Achei que a minha mãe queria que eu demonstrasse a minha veia nadadora (sim, sempre gostei de nadar). Mas fiz foi uma bela figura de ursa!! Vale que a praia estava quase vazia! 

26
Jun17

Reflexões Literárias

"(...) onde quer que veja crianças, os adultos quase nunca parecem gostar delas, nem sequer os pais. Dizem que as crianças são lindas e tão queridas, fazem com que a criança faça tudo de novo para tirarem uma fotografia, mas na verdade não querem brincar com elas, preferem beber café e falar com outros adultos. Por vezes, uma criança pequena está a chorar e a Mamã dela nem sequer a ouve."

in "O quarto de Jack", de Emma Donoghue

 

 

Nota: Terminei o livro no sábado. Afinal, consegui mais uns tempos para ler e li-o num tempo recorde (para os meus últimos - largos - meses) - 3 dias! Ficou um pouco aquém do que dele esperava. Talvez fosse com expectativas demasiado elevadas, atendendo a todas as críticas tão positivas que havia lido. Ainda assim, é um livro que recomendo vivamente!

23
Jun17

Já (quase) não me lembrava de como é bom!

Ontem a S. foi para casa da ama. Ao fim do dia, foi o pai que a foi buscar e quando chegou a casa, pelas 20h estava a dormir.

Tirei-a do carro, deitei-a na cama, tirei-lhe o gancho e os sapatos e ela sem acordar. Deixei-a estar.

Jantamos os dois e depois o maridão teve de sair, que ia dar uma formação nos escuteiros.

Casa super sossegada só para mim. Que fiz? Algo que não fazia há largos, largos meses: 

 

Peguei num livro e sentei-me no sofá a ler. E li, e li, e li.

Durante duas horas e meia, li como há muito não lia.

E soube-me tão bem.

 

O-Quarto-de-Jack.jpg

 Este foi o livro em que peguei.

Depois de muitas recomendações, comprei-o há dias através do OLX, por 6,00€ (está completamente novo).

Ontem li 180 páginas. Estou a adorar e ansiosa por saber como vai acabar! :)

20
Jun17

Histórias da minha vida #4

Assim como uma grande maioria das pessoas, aprendi a andar de bicicleta quando era miúda. E durante muitos, muitos anos, não me sentei em cima de uma.

O primeiro presente de Natal que o marido (na altura ainda namorado) me ofereceu foi uma bicicleta, mas teve utilização muito reduzida.

Largos anos depois, mas especificamente em 2013, achei que era altura de ter bicicleta nova.

E para estrear, fomos dar um passeio pela zona onde vivemos. Trata-se de um empreendimento habitacional, bastante sossegado, ruas asfaltadas, grande reta na entrada.

Era exatamente nesta reta que estavamos, a rolar devagar, quando me caem os óculos de sol. Decidi, claro, voltar atrás para os apanhar... mas, já estão a imaginar, não sei que voltas dei ao volante, estatelei-me no chão. Assim mesmo, a andar super devagar, só porque guinei o volante.

O marido quando se apercebeu, estava eu deitada no meio da estrada a rir-me como uma desgraçada de mim mesma! 

 

yehuda-moon-bike-ninja-2-2008-01-26.jpg

 

Pág. 1/3